QUASE NÁUFRAGO
Pr.silon
Singramos
mares, muitos mares, horas manso, com calmaria plena....
Sonhávamos,cantávamos, e
amávamos...
Viver era aprazível,
desejávamos que a vida , não tivesse fim,
Mas em certo momento...
Sopra ventos fortes e pouco a
pouco transforma-se em tempestade....o sol se esconde e trevas assustadora
desabam sobre o viajante,
O vento agora ruge e sibila
sobre o mar agitado,
Tudo se move, o barco sem
rumo e nada se vê no horizonte...
As esperanças se vão acreditamos que o fim tenha chegado...
Foi-se os sonhos, os cânticos
e os amores...
A morte parece sorrir,
convidando ao fatídico desfecho...
Alguém sonha com ela
desejando o fim,
As forças definharam,
esperanças voaram...
Não há o que se possa
fazer...então...
Num sussurro impercebível
Senhor, tudo está em tuas
mãos...seja...
Os mastros caídos, os panos
rasgados
As cordas às soltas,
O barco a deriva...
O mar agitado parece
acalmar...e pouco a pouco como um sonho,
a calmaria voltou,
A calmaria voltou,
Os mastros erguidos,
Os panos esteado,
O barco no rumo,
As cordas esticadas.
O Senhor dos mares que
estando as ocultas
Espera a entrega, dos desesperados...
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