domingo, 16 de março de 2014

      A CRUZ É O LIMITE ENTRE DOIS MUNDOS


No passado os que se salvaram em Israel enxergavam no futuro o Messias. Todos os sacrifícios apontavam para Ele que haveria de vir. Muitas pessoas faziam os sacrifícios sem nada entender, faziam porque  os pais ensinaram, era como uma obrigação,um dever, uma tradição. Outros porém, não muitos, entendiam o que aquilo significava e entendiam tão bem que chegaram a dar detalhes minuciosos da crucificação. Quem lê o Salmo 22 é quase como se estivesse lendo o relato da crucificação no novo testamento.

O sofrimento de Jesus, sua missão, sua aparência, seu trabalho, sua descendência, tudo foi descrito por Isaías no cap.53. Outras pessoas deram o endereço do Messias, onde ele nasceria, um outro disse o modo como Ele seria gerado que uma virgem conceberia e daria a luz um filho ao dizer uma virgem estava dizendo que o filho seria gerado pelo Espírito Santo – uma virgem primeiro deixa de ser virgem ao  engravidar pelo método natural - . Todo este  entendimento foi por revelação do espírito Santo.  Hoje da mesma forma se o Espírito Santo não revelar, não despertar, a pessoa irá numa Igreja, confessará, comungará, contribuirá e nada entenderá. É um fazer por fazer. Um costume, uma tradição ou uma crendice para buscar os favores de Deus do Deus que ele não conhece e de repente se conhecer pode até rejeitar. Muitos preferem ficar nesta penumbra, dizem: tá bom assim.
Felizmente tem aquelas pessoas inquiridoras que querem saber a razão dos fatos, os por quês. Estes vão olhar para trás e enxergarão o Messias dos Judeus crucificado, crerão, O amarão, O adorarão. Terão Ele como Senhor e Salvador. Tudo isto Pelo Espírito Santo. A cruz é o limite, o ponto zero. Sem a cruz não há salvação. Ali está o cordeiro imolado pelo pecado de quem crer.


A fronteira entre os dois mundos espirituais está ali. Na cruz os pensamentos se unem e se dividem – os que creem e os que não creem – Da cruz nasce os salvos e confirma os perdidos.

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